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Lu alone

Lu Alone é uma cantora teen que definitivamente caiu nas graças da Som Livre. A bela loira teve seu álbum lançado pela gravadora no ano passado e ainda estrelou um reality show homônimo na Multishow. Atualmente, trabalha a canção "Not The Right Day", tema que também integra a trilha sonora da novela Ti Ti Ti (Rede Globo), e trabalha no projeto de lançar a sua própria coleção de roupa para a grife Patachou.

Foi vizinha dos Jonas Brothers ( na foto).

Curta um pouco da tradução da sua música 'not the right day'

Você não é o cara certo
Este não é o lugar certo
Não é o momento certo
Este não é o dia certo
Eu sou apenas uma estranha que entrou em seu mundo
Uma garota de outra escola que ninguém conhece
Eu sou apenas uma garota nova que veio para a sua escola
Que não conhece ninguém, mas conhece você
Eu sei que você me ama e meu coração chama seu nome
Mas este não é o momento certo
Este não é o dia certo



Saiba mais sobre a cantora brasileira em http://portallualone.com
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Industria cultural

Indústria Cultural
A partir da segunda revolução industrial no século XIX e prosseguindo no que hoje em dia se denomina sociedade pós- industrial ou pós-moderna, as artes, que haviam se tornado autônomas ou se liberado da submissão à religião, foram submetidas a uma nova servidão: as regras do mercado capitalista e a ideologia da indústria cultural (expressão cunhada por Theodor Adorno e Max Horkheimer numa obra intitulada Dialética do esclarecimento, para indicar uma cultura baseada na idéia e na prática do consumo de “produtos culturais” fabricados em série). A expressão indústria cultural significa que as obras de arte são mercadorias, como tudo o que existe no capitalismo. Benjamin não levou em conta o fato de que a reprodução e a distribuição das obras seriam feitas por empresas capitalistas, visando ao lucro e não à democratização das artes. Assim, perdida a aura, a arte não se democratizou, massificou-se para consumo rápido no mercado da moda e nos meios de comunicação de massa, transformando-se em coisa leve, entretenimento e diversão para as horas de lazer. Como escrevem Adorno e Horkheimer, hoje, a obra de arte não transcende o mundo dado, é “arte sem sonho” e por isso mesmo é sono, ou seja, adormece a criatividade, a consciência, a sensibilidade, a imaginação, o pensamento e a crítica tanto do artista como do público. Sob o poderio de empresas capitalistas, as obras de ar te verdadeiramente criadoras, críticas e radicais foram es vaziadas para se tornarem entretenimento; e outras obras passaram a ser produzidas para celebrar o existente, em lugar de compreendê-lo, criticá-lo e propor um outro futuro para a humanidade. A força de conhecimento, crítica e invenção.

filosofia teste

As experiências por que passamos ao ouvir música, ler poesia e olhar quadros ou cenas da natureza possuem um caráter imediatamente distintivo, emocional e contemplativo, e nos conduzem a descrever o que experimentamos por meio de um vocabulário especial, e a utilizar termos como belo, delicado, inspirador, comovente, e assim por diante. A filosofia emprega o termo “estética” para abranger esse gênero de experiência. A apreciação da arte propicia a mais complexa e intensa forma de experiência estética, quando nos isolamos do mundo externo e nossas faculdades de imaginação são plenamente requisitadas, em contraste dramático com a vida prática cotidiana. Uma forma menos marcada de consciência estética permeia nossa percepção do mundo. Algum grau de receptividade estética é mostrado pela silenciosa influência que a arquitetura exerce sobre nossos sentimentos, e as escolhas que efetuamos diariamente ao configurar nosso ambiente manifestam preferências estéticas.
A habilidade para reagir estética mente e a oportunidade de apreciar a arte são importantes componentes do bem-estar. Um mundo sem qualidades estéticas seria um mundo inferior, se não inabitável, e uma pessoa sem qualquer capacidade de resposta estética, caso se possa imaginar alguém assim, não poderia ser qualificado como um ser humano plenamente desenvolvido. Muitas questões nos ocorrem naturalmente ao pensar e discutir a respeito de obras de arte. O que torna um objeto obra de arte? Qual a relação entre forma e conteúdo numa obra de arte? Uma obra de arte nos põe em contato com a mente de um artista? Por que atribuímos tanta importância à obra de arte? E assim por diante. A filosofia da arte visa refletir sobre questões tão familiares de maneira sistemática.

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Olha, eu não quero estragar nada, e não; não tô rejeitando você. De forma alguma, nunca, jamais. Mas é que eu preciso falar uma coisa. O quê? Não, é algo necessário, importante. E não consigo. Pára, falo sério. Saí de cima de mim, não vêm com beijo e a química irresistível, que a gente já sabe que existe. Só deixa eu pensar cinco minutos e organizar tudo aqui dentro. Agora, não. Um tempinho, só. Eu vou falar, só queor falar direitinho, sem dar margem pra erro nenhum. De uma maneira que tu compreenda, e eu me sinta saciada em exprimir o que tá fora de compasso. Não posso continuar te enganando, e não quero frustração – nem da minha parte, nem da tua. Abrir o jogo então, me parece a melhor saída. Ou então, a única. Mas fica difícil formar uma ordem cronológica de falas, deitada aqui, e com cócegas e beijos no pescoço, toques de leve. Tá, vamos ver a novela, e depois eu falo. Prometo. Chega de ser curioso, eu vou ter que falar. Tá, tudo bem. Ei, não desliga a televisão. Não, por favor. Eu quero ver o capítulo de hoje, e se a gente desligar, pode até perder aquele outro programa que vai passar depois. Eu prometo o que eu cumpro, você sabe. Então agora relaxa, e deixa que eu falo quando tu menos esperar; te surpreendendo. Muito melhor, não? Hm, ok. Você que sabe. Ah, não fica nesse silêncio. Isso me corta por dentro, fico impelida a falar, e nem sei se é a hora, como colocar posto à mesa tal assunto, se você merece meu segredo. Fala alguma coisa. Qualquer palavrinha. Esse olhar terno, agora não; combinado à tua quietude me faz quase pular em cima de ti, e é exatamente o que eu não posso fazer. Embora, queira. Muito. Mas, não. Não vai dizer nada? Reizinho mandão, tudo tem que ser na hora que você quer, e quando almeja, onde deseja. Comigo, não.

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Olha, eu não quero estragar nada, e não; não tô rejeitando você. De forma alguma, nunca, jamais. Mas é que eu preciso falar uma coisa. O quê? Não, é algo necessário, importante. E não consigo. Pára, falo sério. Saí de cima de mim, não vêm com beijo e a química irresistível, que a gente já sabe que existe. Só deixa eu pensar cinco minutos e organizar tudo aqui dentro. Agora, não. Um tempinho, só. Eu vou falar, só queor falar direitinho, sem dar margem pra erro nenhum. De uma maneira que tu compreenda, e eu me sinta saciada em exprimir o que tá fora de compasso. Não posso continuar te enganando, e não quero frustração – nem da minha parte, nem da tua. Abrir o jogo então, me parece a melhor saída. Ou então, a única. Mas fica difícil formar uma ordem cronológica de falas, deitada aqui, e com cócegas e beijos no pescoço, toques de leve. Tá, vamos ver a novela, e depois eu falo. Prometo. Chega de ser curioso, eu vou ter que falar. Tá, tudo bem. Ei, não desliga a televisão. Não, por favor. Eu quero ver o capítulo de hoje, e se a gente desligar, pode até perder aquele outro programa que vai passar depois. Eu prometo o que eu cumpro, você sabe. Então agora relaxa, e deixa que eu falo quando tu menos esperar; te surpreendendo. Muito melhor, não? Hm, ok. Você que sabe. Ah, não fica nesse silêncio. Isso me corta por dentro, fico impelida a falar, e nem sei se é a hora, como colocar posto à mesa tal assunto, se você merece meu segredo. Fala alguma coisa. Qualquer palavrinha. Esse olhar terno, agora não; combinado à tua quietude me faz quase pular em cima de ti, e é exatamente o que eu não posso fazer. Embora, queira. Muito. Mas, não. Não vai dizer nada? Reizinho mandão, tudo tem que ser na hora que você quer, e quando almeja, onde deseja. Comigo, não.

Também não sou fã desses monólogos, me cansam. Mas se você não disser uma palavra apenas, é nisso que minha oratória se transforma. Um monólogo por opção. Tudo bem, eu entendo que você esteja se sentindo rejeitado, mas não é isso. O problema não é com você, é comigo. Não vejo como um problema, na verdade. Questão mesmo, fica mais bonito e expressa melhor como lido com tudo isso. Sim, você não deve estar entendendo nada, mas é isso. Não se assuste, nem se espante. É tudo verdade. A questão é totalmente minha, e foi pura escolha até agora. Tá captando a charada? Mais ou menos, ok. É que dizer assim reto, e sem subterfúgios, fica tão feio, tão sem graça…Mas tá quase. Liga a luz. É melhor, eu prefiro.

Ah, acha que sabe o que é? Sim, é isso. Fiquei vermelha? Ação e reação, né. Compreensível. Ou melhor, você me compreende? Que ótimo. Que lindo. Não fala muito mais, se não me emociono. Esperava outra reação, da tua parte. É que, escuta, eu preciso de segurança. Foi por isso que me mantive intacta. Eu simplesmente não quis seguir o rumo das circunstâncias, e ninguém que valesse à pena atravessou o meu caminho. Até agora. E na verdade, talvez eu tenha me fechado um pouco, sim. As pessoas me acostumaram tanto a ser só o meu corpo, a olhar apenas pra ele e nem pensar em alma, essência, que fui perdendo a esperança em ser creditada, realmente amada. Me querem apenas a carne. Enxergam nada além do que existe por fora, e eu acabo sentindo isso. Nas ações, nas palavras, no feeling. E daí, é a parte em que eu pulo fora. Tenho esse amontoado de relacionamentos desconstruídos, pela metade. Como quem sente o perigo, e corre pra longe. Uma chapéuzinho assustada, que sempre escapa do lobo. Por tanto fugir, se encontra cansada. Bem isso. Não sou produto, sabe? Nem quero me sentir assim. Prazo de validade, pra quê? Com você, como é? Não sei. Ainda é cedo, né. Tudo tem ido tão bem até agora, vamos indo no curso do rio, dos caminhos da vida. Bom é ouvir que pelo menos, você me respeita, e admira a minha condição. Fiquei feliz! E se não te falasse isso hoje, que pra mim é importante, além de te enganar quanto à tudo isso, por tempo e possibilidades, estaria enganando a mim mesma também, acredito. Foi na hora certa, essa nossa conversa. E os caras que eu ia, e voltava? Ah. Eles foram os que menos me levaram à sério, talvez. Faltava o que te falei, a segurança das atitudes, da presença ali, no dia seguinte. Ou depois, e sempre. Vi tantas amigas se despedaçarem, absortas em remorso e arrependimento. Prometi que, comigo não seria assim. Diferente, sim. Como tudo que eu gosto, em que coloco à mão. Ou vejo tudo isso como um jogo de baralho: quando não me sentia pronta, tinha pessoas que poderiamos chamar aqui de "certas". Entretanto, quando senti que era a hora, o momento tinha chegado, só me apareciam pessoas mais despreparadas que eu, em todos os quesitos. Não me vinham as cartas necessárias, sabe. E pode ser você. Como, pode não ser. Falei, e que alívio. Ah, você vai me respeitar? Esperar a minha hora? Tudo o que eu queria ouvir. Não dá pra ver o meu sorriso? Então, sinta ele. De perto..E aumenta o volume, que a cena de agora é forte!

TESTE TESTE Teste teste texto !

Olha, eu não quero estragar nada, e não; não tô rejeitando você. De forma alguma, nunca, jamais. Mas é que eu preciso falar uma coisa. O quê? Não, é algo necessário, importante. E não consigo. Pára, falo sério. Saí de cima de mim, não vêm com beijo e a química irresistível, que a gente já sabe que existe. Só deixa eu pensar cinco minutos e organizar tudo aqui dentro. Agora, não. Um tempinho, só. Eu vou falar, só queor falar direitinho, sem dar margem pra erro nenhum. De uma maneira que tu compreenda, e eu me sinta saciada em exprimir o que tá fora de compasso. Não posso continuar te enganando, e não quero frustração – nem da minha parte, nem da tua. Abrir o jogo então, me parece a melhor saída. Ou então, a única. Mas fica difícil formar uma ordem cronológica de falas, deitada aqui, e com cócegas e beijos no pescoço, toques de leve. Tá, vamos ver a novela, e depois eu falo. Prometo. Chega de ser curioso, eu vou ter que falar. Tá, tudo bem. Ei, não desliga a televisão. Não, por favor. Eu quero ver o capítulo de hoje, e se a gente desligar, pode até perder aquele outro programa que vai passar depois. Eu prometo o que eu cumpro, você sabe. Então agora relaxa, e deixa que eu falo quando tu menos esperar; te surpreendendo. Muito melhor, não? Hm, ok. Você que sabe. Ah, não fica nesse silêncio. Isso me corta por dentro, fico impelida a falar, e nem sei se é a hora, como colocar posto à mesa tal assunto, se você merece meu segredo. Fala alguma coisa. Qualquer palavrinha. Esse olhar terno, agora não; combinado à tua quietude me faz quase pular em cima de ti, e é exatamente o que eu não posso fazer. Embora, queira. Muito. Mas, não. Não vai dizer nada? Reizinho mandão, tudo tem que ser na hora que você quer, e quando almeja, onde deseja. Comigo, não.

Também não sou fã desses monólogos, me cansam. Mas se você não disser uma palavra apenas, é nisso que minha oratória se transforma. Um monólogo por opção. Tudo bem, eu entendo que você esteja se sentindo rejeitado, mas não é isso. O problema não é com você, é comigo. Não vejo como um problema, na verdade. Questão mesmo, fica mais bonito e expressa melhor como lido com tudo isso. Sim, você não deve estar entendendo nada, mas é isso. Não se assuste, nem se espante. É tudo verdade. A questão é totalmente minha, e foi pura escolha até agora. Tá captando a charada? Mais ou menos, ok. É que dizer assim reto, e sem subterfúgios, fica tão feio, tão sem graça…Mas tá quase. Liga a luz. É melhor, eu prefiro.

Ah, acha que sabe o que é? Sim, é isso. Fiquei vermelha? Ação e reação, né. Compreensível. Ou melhor, você me compreende? Que ótimo. Que lindo. Não fala muito mais, se não me emociono. Esperava outra reação, da tua parte. É que, escuta, eu preciso de segurança. Foi por isso que me mantive intacta. Eu simplesmente não quis seguir o rumo das circunstâncias, e ninguém que valesse à pena atravessou o meu caminho. Até agora. E na verdade, talvez eu tenha me fechado um pouco, sim. As pessoas me acostumaram tanto a ser só o meu corpo, a olhar apenas pra ele e nem pensar em alma, essência, que fui perdendo a esperança em ser creditada, realmente amada. Me querem apenas a carne. Enxergam nada além do que existe por fora, e eu acabo sentindo isso. Nas ações, nas palavras, no feeling. E daí, é a parte em que eu pulo fora. Tenho esse amontoado de relacionamentos desconstruídos, pela metade. Como quem sente o perigo, e corre pra longe. Uma chapéuzinho assustada, que sempre escapa do lobo. Por tanto fugir, se encontra cansada. Bem isso. Não sou produto, sabe? Nem quero me sentir assim. Prazo de validade, pra quê? Com você, como é? Não sei. Ainda é cedo, né. Tudo tem ido tão bem até agora, vamos indo no curso do rio, dos caminhos da vida. Bom é ouvir que pelo menos, você me respeita, e admira a minha condição. Fiquei feliz! E se não te falasse isso hoje, que pra mim é importante, além de te enganar quanto à tudo isso, por tempo e possibilidades, estaria enganando a mim mesma também, acredito. Foi na hora certa, essa nossa conversa. E os caras que eu ia, e voltava? Ah. Eles foram os que menos me levaram à sério, talvez. Faltava o que te falei, a segurança das atitudes, da presença ali, no dia seguinte. Ou depois, e sempre. Vi tantas amigas se despedaçarem, absortas em remorso e arrependimento. Prometi que, comigo não seria assim. Diferente, sim. Como tudo que eu gosto, em que coloco à mão. Ou vejo tudo isso como um jogo de baralho: quando não me sentia pronta, tinha pessoas que poderiamos chamar aqui de "certas". Entretanto, quando senti que era a hora, o momento tinha chegado, só me apareciam pessoas mais despreparadas que eu, em todos os quesitos. Não me vinham as cartas necessárias, sabe. E pode ser você. Como, pode não ser. Falei, e que alívio. Ah, você vai me respeitar? Esperar a minha hora? Tudo o que eu queria ouvir. Não dá pra ver o meu sorriso? Então, sinta ele. De perto..E aumenta o volume, que a cena de agora é forte!